quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Sem titulo

Tu mulher, quem és tu?
Louca, desolada
Entregando-me lágrimas
Destes teus olhos escuros sem fim

Pobre mulher!
Confiou nos patéticos ouvidos meus
Tuas falas mais desesperadas

Pobre eu!
És a mulher que amo
Doce, pura, indefesa
Pranteando lagrimas d'outro amor

Lennin Bastos

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