Tu me chamaste, fui
Andávamos, dançávamos
Sobre os velhos campos de lírios
Inevitavelmente, sorriamos -
Leve, fugaz -
Da beleza lirica dos lírio
Como és linda - Pensei
Teu rosto parecia feliz
À brisa sussurrante
Mergulhara na mansa primavera
No aroma de lis
No lirismo límpido dos lírios
Lennin Bastos
Marcas de Expressão
Pensamentos...
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Sem titulo
Tu mulher, quem és tu?
Louca, desolada
Entregando-me lágrimas
Destes teus olhos escuros sem fim
Pobre mulher!
Confiou nos patéticos ouvidos meus
Tuas falas mais desesperadas
Pobre eu!
És a mulher que amo
Doce, pura, indefesa
Pranteando lagrimas d'outro amor
Lennin Bastos
Louca, desolada
Entregando-me lágrimas
Destes teus olhos escuros sem fim
Pobre mulher!
Confiou nos patéticos ouvidos meus
Tuas falas mais desesperadas
Pobre eu!
És a mulher que amo
Doce, pura, indefesa
Pranteando lagrimas d'outro amor
Lennin Bastos
quarta-feira, 22 de maio de 2013
A noite
Da noite gosto
Em gosto de vinho
Suave, tinto
Ameno
Da noite saboreio
As coisas comuns
Poéticas, românticas
Fugaz
Lennin Bastos
sábado, 4 de maio de 2013
A flor
Houvera no pequeno príncipe
Réquiem, flores muito simples
Ornadas n'uma fileira só
De pétalas, lagrimas e sol
Houvera em algum lugar
Na relva, seca, marcada
No bosque, cercado na mata
Brotando, um dia, do grão
Dançando nos ventos de verão
Morrendo n'um bouquet da união
Lennin Bastos
(14/03/2013)
Baseado no livro: O pequeno príncipe
Réquiem, flores muito simples
Ornadas n'uma fileira só
De pétalas, lagrimas e sol
Houvera em algum lugar
Na relva, seca, marcada
No bosque, cercado na mata
Brotando, um dia, do grão
Dançando nos ventos de verão
Morrendo n'um bouquet da união
Lennin Bastos
(14/03/2013)
Baseado no livro: O pequeno príncipe
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Um paragrafo para a minha morte
Querido diário
Suplico-te apenas um parágrafo
Sem linha, amassado
Um ultimo parágrafo
Para uma cruel despedida
Deste frágil girassol
Neste vento de outono
Guarde este registro
Como um ultimo suspiro
Que cala no silêncio teu
Lennin Bastos
Suplico-te apenas um parágrafo
Sem linha, amassado
Um ultimo parágrafo
Para uma cruel despedida
Deste frágil girassol
Neste vento de outono
Guarde este registro
Como um ultimo suspiro
Que cala no silêncio teu
Lennin Bastos
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Assim excomungou Zaratustra
Em algum lugar estranho
Via-se o sol da manhã
Servindo com requinte
A quem carece de perfeição
Sonhos atômicos dispersos
Vagueando o mesmo chão
Pobres corações crucificados
“N’outro plano há de ter a salvação”
Eis aqui a lei dos homens
No seu gritante universo calado
Ansiando o paraíso
Sufocado no próprio pecado
Lennin Bastos
Via-se o sol da manhã
Servindo com requinte
A quem carece de perfeição
Sonhos atômicos dispersos
Vagueando o mesmo chão
Pobres corações crucificados
“N’outro plano há de ter a salvação”
Eis aqui a lei dos homens
No seu gritante universo calado
Ansiando o paraíso
Sufocado no próprio pecado
Lennin Bastos
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Meu eterno e transitório ser
O
céu parece sombrio
Nesse
mundo onde todo mundo é solitário
Ou
tenta amar a solidão para disfarçar a sua tristeza
Não
lembro quando me tornei um cara frio
Tento
voltar a flamejar...
Mas
não tenho forças, impulso
Há
audiência para o meu drama
Penetra,
suave, ao espolio de um sonho visceral
Brilha
timidamente em um dia vil
Era
o sol,
Flagelado
pela minha melancolia
O
meu eterno e transitório ser
Lennin
Bastos
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