quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Lagrimas Divina

Como posso repousar-me em meus aposentos
Num dia de chuva
Ouvindo o toque de gotas d’água
Que desabam amargamente sobre a superfície

Como posso eu...
Em mais uma tempestade de tristeza
Que transborda de olhos piedosos
Murmurando seu desapontamento
Com o canibalismo humano

Lagrimas de pureza divina
Caindo repletas de lamentações
Grandeza, intensidade de um diluvio
A lavar os corações estúpidos da humanidade

Lennin Bastos

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