segunda-feira, 18 de julho de 2011

O pobre romantico

No tempo que suspira
A chuva se aproxima
Nos bosques da sua vida
Há uma flor que me admira

A flor do meu encanto
O hino do meu cantico
Que eu canto a todo canto
Como um pobre romantico

Naceste de um beijo
Da magia e do desejo
Que carrego no meu peito
E levo em segredo

Seus olhos são puros
Tão belo e tão agudo
Reflete o que vê do mundo
E enxerga o coração lá no fundo

Felicidade é ver o sol se pôr
Saber que ao seu lado agora estou
No Farol da Barra ou no Redentor
Não há fronteiras para o meu amor

Lennin Bastos

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